domingo, 30 de abril de 2017
sexta-feira, 28 de abril de 2017
10 Dicas de Como Pescar Corvina Com a Isca, Maré e Material Certo
Foto de um peixe corvina do mar nadando
Uma das técnicas infalíveis na pesca da corvina, é saber o horário, a maré certa e principalmente utilizar o material correto na pesca. Por isso vamos ver logo abaixo em detalhes, dicas, métodos e técnicas para a pesca da corvina, passo a passo.
1 - ALIMENTAÇÃO: A corvina é um peixe que tem o hábito de se alimentar geralmente pela manhã e no final da tarde, mas também é recomendável pescá-la durante a noite, quando ela também pode ser encontrada ativamente em águas calmas, profundas e de pouca correnteza. Isto é um fato comprovado!.
2 - ISCAS: Preferencialmente utilize iscas vivas sardinha, lambari, sauna, piaba entre outras, colocando o anzol sempre na parte dorsal e sempre manuseando a com bastante cuidado e mantendo-a em local com abundante oxigenação. Assim ela dentro d´água estará sempre em movimento atraindo a corvina. Obs.: As iscas artificiais, em alto-mar, quando bem trabalhadas são mortais e proporcionam ótimos resultados em pescarias embarcadas, mas lembre-se, é preciso saber o tipo de isca específica, e para isso peça orientação ao vendedor na hora da compra, repassando dados como o local, horário e o tipo de maré que você vai pescar.
3 - CONSERVAÇÃO: Como as corvinas sempre nadam em cardumes, o recomendável é que você leve em sua pescaria bastante gelo em caixa térmica ou de isopor, ou bastante sal grosso para conservar assim seu pescado.
5 - ONDE ENCONTRÁ-LAS: Procure locais calmos, fundos, silenciosos e com pouca correnteza, pois este é o ambiente típico onde você vai encontra-las com certeza.
6 - VARA(Caniço) APROPRIADA: Use uma vara de tamanho médio e resistente. Exemplo: Vara de 2,40 a 3,30 metros, e preferencialmente de fibra de vidro. Tamanho menor para um melhor manuseio e material resistente para evitar a quebra.
7 - ANZOL: Use anzóis específicos, grandes e resistentes, utilizados na pesca de traíras e peixes vorazes, e aguarde sempre ela bicar primeiro, prá depois dar a fisgada com firmeza, pois a corvina sempre dá uma prévia e depois engole de vez o anzol. Por isso, espere o momento certo antes de dar o tranco.
8 - CHICOTE: Use chicote com tamanhos entre 40 e 60 centímetros, isso deixará a isca viva com espaço para nadar e atrair a corvina.
9 - EMPATE: Use o empate de aço!. A utilização do empate de aço é excêncial para assegurar a captura do peixe, pois podem aparecer qualquer outro tipo de peixe até maior e levar o seu material. diante disso, previna-se fazendo uso do empate de aço.
10 - PACIÊNCIA: Manter a calma em qualquer momento crítico é muito importante, portanto, sempre procure mater-se calmo desde a hora da fisgada até o recolhimento do peixe.
Obs.: Durante a briga com o peixe, o nosso organismo libera a adrenalina, que acelera os batimentos cardíacos e nos deixa tensos, ansiosos e afobados, mas isso é normal!. Por isso é importante manter a calma, trabalhar o peixe, liberando e recolhendo a linha, independente do tempo. Pois chega um momento em que o peixe assim como nós, chega ao limite e logo se entrega.
O grande segredo é saber administrar o peixe até que esse momento chegue e depois que ele boiar de lado é um sinal de que ele já perdeu todas as forças e ai é só recolhê-lo e logo o nosso organismo libera a substância endorfina, que nos dá uma sensação de prazer e satisfação.
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subida da praia da ursa.wmv Carregado a 31/10/2010 O Miguel aos 6 anos acordou com uma vontade, fazer escalada (5 Out. 2010). Pela primeira vez foi fazer escalada sem ser em paredes artificiais, num dos locais mais emblemáticos da nossa costa (Cabo da Roca). Fez a descida e a subida dos cerca de 140m de altitude em cerca de 3 horas.
Hospital Real de Todos os Santos/Hospital de São José
Requerimento de renúncia
do cirurgião Salvador Cordeiro
anterior a Junho de 1625
História:
O Hospital Real de Todos os Santos, hoje designado por Hospital de São José, foi criado por D. João II, quando ainda príncipe herdeiro, tendo obtido autorização da Santa Sé, a 13 de Agosto de 1479, para reunir os rendimentos de diversos pequenos hospitais de Lisboa e seu termo, a fim de construir um "grande hospital" destinado à assistência de pobres e enfermos. O monarca recorreu ainda a doações pessoais e de particulares, a rendimentos de bens vinculados e de agremiações de oficiais mecânicos, entre outros. Ao longo dos tempos, outras fontes de rendimento foram concedidas ao hospital, nomeadamente as provenientes de licenças para representação de óperas e comédias, cujo direito lhe foi concedido por Carta Régia de 9 de Abril de 1603. Esta doação foi constituída em carta de padrão com salva, a 20 de Novembro de 1759, por 1.300$000 reis de esmola, pagos em quartéis pelos rendimentos da Casa da Moeda.
O lançamento da primeira pedra ocorreu em 15 de Maio de 1492, mas a construção só ficou concluída no reinado de D. Manuel. A sua edificação foi feita em terrenos da cerca do convento de São Domingos de Lisboa, os quais correspondem à actual Praça da Figueira. D. Manuel seguiu as instruções deixadas em testamento pelo seu antecessor, quer no que respeita à construção, quer à sua organização e, em 1504, deu-lhe regimento, no qual estabelecia o seu funcionamento, as categorias e o número de funcionários de cada uma delas: capelães, provedor, escrivão do provedor, vedor, físico, cirurgiões, almoxarife, escrivão do almoxarife, enfermeiros, enfermeiros pequenos, cozinheiro, porteiro e guarda portas, boticário, ajudantes de botica, enfermeira de mulheres, cristaleira, lavadeira, alfaiata, hospitaleiro, barbeiro e sangrador, pessoas extraordinárias, como empregados para servirem o provedor, atafoneiro, assadeira e forneira. O regimento estipulava ainda as obrigações e tarefas de cada um, bem como os seus vencimentos.
A instituição, que começou a funcionar ainda antes do edifício estar concluído, foi baptizada com o nome de Hospital Real de Todos os Santos. Em forma de cruz, com os quatro braços iguais, correspondendo o braço com o portal para o exterior à igreja e os outros três às enfermarias, duas de homens: a de São Vicente e a de São Cosme e uma de mulheres: a de Santa Clara. No centro da cruz ficava o altar-mor o que permitia que todos os doentes assistissem aos ofícios divinos. Por trás das camas havia portas para retirar os mortos sem que os outros doentes se apercebessem. Havia também junto a cada cama armários para os doentes guardarem os seus objectos pessoais. O edifício tinha várias dependências anexas que serviam de apoio às enfermarias: botica, cozinha, despensa, lavandaria, serviços administrativos e instalações para os funcionários. D. João III mandou reparar algumas dependências e erguer outras, como uma casa para doentes mentais e uma enfermaria para convalescentes, dando ao mesmo tempo várias esmolas em dinheiro, drogas, cera, açúcar, roupas e outras. O edifício sofreu alguns danos com um incêndio que ocorreu em 1601 e ficou parcialmente destruído devido a outro, este em 1750, que atingiu-a igreja e várias dependências, pelo que D. José ordenou a compra de várias propriedades destinadas à sua reconstrução. Com o terramoto de 1 de Novembro de 1755 o edifício ficou completamente arruinado. Foram erguidos hospitais provisórios em São Bento e na casa dos Almadas e depois no Rossio e às Portas de Santo Antão, enquanto se faziam as adaptações necessárias no Colégio de Santo Antão, que pertencera aos Jesuítas. Vinte anos depois, procedeu-se à transferência dos doentes e serviços para as novas instalações. Sob a orientação do então enfermeiro-mor, D. Jorge Francisco de Mendonça Furtado, os habitantes de Lisboa, incluindo a nobreza da corte e as comunidades religiosas, ajudaram a transportar as macas com os doentes e feridos, para as suas novas instalações. O Hospital passou a chamar-se Real de São José em homenagem ao monarca, mantendo-se a estrutura orgânica e funcional que tinha antes do terramoto.
No século XIX, a necessidade de expansão motivada pelas epidemias, o aparecimento de novas doenças e o avanço da Medicina levaram à anexação de vários edifícios, alguns deles monásticos, vagos devido à extinção das ordens religiosas, passando a instituição a chamar-se Hospital Real de São José e Anexos (São Lázaro, Desterro, D. Amélia, D. Estefânia, Hospital de Todos os Santos /Hospital de São José e Anexos
Arroios, Santa Marta, Rilhafoles e Rego). Os relatórios apresentados ao rei pelos enfermeiros-mores, nomeadamente quando tomavam posse do lugar, testemunham as dificuldades com que a assistência se debatia. Nessa época surgiram vários regulamentos e portarias para tentar a melhoria dos serviços. Em 1889, o Ministério do Reino mandou proceder a obras de adaptação e melhoramento do edifício, processo que terminou em 1898.
Em 1901 o funcionamento da instituição foi completamente remodelado pelo enfermeiro-mor José Curry da Câmara Cabral (1900-1910) que elaborou um "Regulamento Geral do Hospital de São José e Anexos" e que manteve a sua administração na dependência directa do Ministério do Reino, não tendo, assim, ficado subordinado à Direcção Geral de Saúde e Beneficência Pública. Com a República manteve-se a estrutura montada por Curry Cabral, deixando, no entanto, de chamar-se Real. Pelo Decreto de 9 de Setembro de 1913 a designação passou a ser a de Hospitais Civis de Lisboa, aos quais foi concedida autonomia nos serviços de assistência médica, administração e contabilidade. O nome de Hospitais Civis de Lisboa manteve-se até 1958, data da criação do Ministério da Saúde e Assistência, onde foram integrados, tendo, então, ficado limitada a sua autonomia. Esta viria a desaparecer completamente em 1961, com a criação da Direcção Geral dos Hospitais Civis.
A organização do Hospital sofreu diversas alterações. O último regulamento data de 1993. A portaria do Ministério da Saúde n.º 11/93, de 6 de Janeiro, reconheceu que o surgimento de novas especialidades e subespecialidades e das progressivas exigências qualitativas de quem recorre aos hospitais, obrigava a uma maior complexidade e diferenciação na organização hospitalar. A portaria refere também a importância de regulamentos internos. O regulamento interno do Hospital de São José, assinado em 20 de Novembro de--1.992, define os seus objectivos, funções e valências e estrutura os serviços de assistência: departamentos, serviços e áreas funcionais. Posteriormente a este diploma outros foram publicados sobre diversos assuntos respeitantes aos serviços hospitalares, mas que não alteraram o referido regulamento interno.
Descrição:
O fundo contém informações para a história, evolução e administração do Hospital e seu relacionamento com a Misericórdia de Lisboa, assim como para a da Escola de Enfermagem e dos hospitais anexos de São Lázaro, D. Estefânia, Santa Marta, Rilhafoles e Rego. Neste conjunto documental encontram-se o regimento, regulamentos, ordens, portarias, avisos e decretos sobre o modo de funcionamento dos diversos serviços (enfermarias, botica, despensa, economato), sobre as tarefas e obrigações dos funcionários, a admissão de doentes, a administração dos rendimentos (propriedades rústicas e urbanas, tenças, padrões, jóias, testamentarias, resíduos de heranças). Inclui, ainda, diplomas de concessão de mercês e privilégios, régios e papais, relatórios, estatísticas e informações sobre doenças.
Com a documentação de arquivo foram incorporadas algumas revistas médicas e monografias, na sua maioria respeitantes a doenças e à evolução da Medicina, à história do Hospital Real de Todos os Santos e a médicos .que de algum modo se destacaram na sua profissão.
Requerimento de renúncia
do cirurgião Salvador Cordeiro
anterior a Junho de 1625
História:
O Hospital Real de Todos os Santos, hoje designado por Hospital de São José, foi criado por D. João II, quando ainda príncipe herdeiro, tendo obtido autorização da Santa Sé, a 13 de Agosto de 1479, para reunir os rendimentos de diversos pequenos hospitais de Lisboa e seu termo, a fim de construir um "grande hospital" destinado à assistência de pobres e enfermos. O monarca recorreu ainda a doações pessoais e de particulares, a rendimentos de bens vinculados e de agremiações de oficiais mecânicos, entre outros. Ao longo dos tempos, outras fontes de rendimento foram concedidas ao hospital, nomeadamente as provenientes de licenças para representação de óperas e comédias, cujo direito lhe foi concedido por Carta Régia de 9 de Abril de 1603. Esta doação foi constituída em carta de padrão com salva, a 20 de Novembro de 1759, por 1.300$000 reis de esmola, pagos em quartéis pelos rendimentos da Casa da Moeda.
O lançamento da primeira pedra ocorreu em 15 de Maio de 1492, mas a construção só ficou concluída no reinado de D. Manuel. A sua edificação foi feita em terrenos da cerca do convento de São Domingos de Lisboa, os quais correspondem à actual Praça da Figueira. D. Manuel seguiu as instruções deixadas em testamento pelo seu antecessor, quer no que respeita à construção, quer à sua organização e, em 1504, deu-lhe regimento, no qual estabelecia o seu funcionamento, as categorias e o número de funcionários de cada uma delas: capelães, provedor, escrivão do provedor, vedor, físico, cirurgiões, almoxarife, escrivão do almoxarife, enfermeiros, enfermeiros pequenos, cozinheiro, porteiro e guarda portas, boticário, ajudantes de botica, enfermeira de mulheres, cristaleira, lavadeira, alfaiata, hospitaleiro, barbeiro e sangrador, pessoas extraordinárias, como empregados para servirem o provedor, atafoneiro, assadeira e forneira. O regimento estipulava ainda as obrigações e tarefas de cada um, bem como os seus vencimentos.
A instituição, que começou a funcionar ainda antes do edifício estar concluído, foi baptizada com o nome de Hospital Real de Todos os Santos. Em forma de cruz, com os quatro braços iguais, correspondendo o braço com o portal para o exterior à igreja e os outros três às enfermarias, duas de homens: a de São Vicente e a de São Cosme e uma de mulheres: a de Santa Clara. No centro da cruz ficava o altar-mor o que permitia que todos os doentes assistissem aos ofícios divinos. Por trás das camas havia portas para retirar os mortos sem que os outros doentes se apercebessem. Havia também junto a cada cama armários para os doentes guardarem os seus objectos pessoais. O edifício tinha várias dependências anexas que serviam de apoio às enfermarias: botica, cozinha, despensa, lavandaria, serviços administrativos e instalações para os funcionários. D. João III mandou reparar algumas dependências e erguer outras, como uma casa para doentes mentais e uma enfermaria para convalescentes, dando ao mesmo tempo várias esmolas em dinheiro, drogas, cera, açúcar, roupas e outras. O edifício sofreu alguns danos com um incêndio que ocorreu em 1601 e ficou parcialmente destruído devido a outro, este em 1750, que atingiu-a igreja e várias dependências, pelo que D. José ordenou a compra de várias propriedades destinadas à sua reconstrução. Com o terramoto de 1 de Novembro de 1755 o edifício ficou completamente arruinado. Foram erguidos hospitais provisórios em São Bento e na casa dos Almadas e depois no Rossio e às Portas de Santo Antão, enquanto se faziam as adaptações necessárias no Colégio de Santo Antão, que pertencera aos Jesuítas. Vinte anos depois, procedeu-se à transferência dos doentes e serviços para as novas instalações. Sob a orientação do então enfermeiro-mor, D. Jorge Francisco de Mendonça Furtado, os habitantes de Lisboa, incluindo a nobreza da corte e as comunidades religiosas, ajudaram a transportar as macas com os doentes e feridos, para as suas novas instalações. O Hospital passou a chamar-se Real de São José em homenagem ao monarca, mantendo-se a estrutura orgânica e funcional que tinha antes do terramoto.
No século XIX, a necessidade de expansão motivada pelas epidemias, o aparecimento de novas doenças e o avanço da Medicina levaram à anexação de vários edifícios, alguns deles monásticos, vagos devido à extinção das ordens religiosas, passando a instituição a chamar-se Hospital Real de São José e Anexos (São Lázaro, Desterro, D. Amélia, D. Estefânia, Hospital de Todos os Santos /Hospital de São José e Anexos
Arroios, Santa Marta, Rilhafoles e Rego). Os relatórios apresentados ao rei pelos enfermeiros-mores, nomeadamente quando tomavam posse do lugar, testemunham as dificuldades com que a assistência se debatia. Nessa época surgiram vários regulamentos e portarias para tentar a melhoria dos serviços. Em 1889, o Ministério do Reino mandou proceder a obras de adaptação e melhoramento do edifício, processo que terminou em 1898.
Em 1901 o funcionamento da instituição foi completamente remodelado pelo enfermeiro-mor José Curry da Câmara Cabral (1900-1910) que elaborou um "Regulamento Geral do Hospital de São José e Anexos" e que manteve a sua administração na dependência directa do Ministério do Reino, não tendo, assim, ficado subordinado à Direcção Geral de Saúde e Beneficência Pública. Com a República manteve-se a estrutura montada por Curry Cabral, deixando, no entanto, de chamar-se Real. Pelo Decreto de 9 de Setembro de 1913 a designação passou a ser a de Hospitais Civis de Lisboa, aos quais foi concedida autonomia nos serviços de assistência médica, administração e contabilidade. O nome de Hospitais Civis de Lisboa manteve-se até 1958, data da criação do Ministério da Saúde e Assistência, onde foram integrados, tendo, então, ficado limitada a sua autonomia. Esta viria a desaparecer completamente em 1961, com a criação da Direcção Geral dos Hospitais Civis.
A organização do Hospital sofreu diversas alterações. O último regulamento data de 1993. A portaria do Ministério da Saúde n.º 11/93, de 6 de Janeiro, reconheceu que o surgimento de novas especialidades e subespecialidades e das progressivas exigências qualitativas de quem recorre aos hospitais, obrigava a uma maior complexidade e diferenciação na organização hospitalar. A portaria refere também a importância de regulamentos internos. O regulamento interno do Hospital de São José, assinado em 20 de Novembro de--1.992, define os seus objectivos, funções e valências e estrutura os serviços de assistência: departamentos, serviços e áreas funcionais. Posteriormente a este diploma outros foram publicados sobre diversos assuntos respeitantes aos serviços hospitalares, mas que não alteraram o referido regulamento interno.
Descrição:
O fundo contém informações para a história, evolução e administração do Hospital e seu relacionamento com a Misericórdia de Lisboa, assim como para a da Escola de Enfermagem e dos hospitais anexos de São Lázaro, D. Estefânia, Santa Marta, Rilhafoles e Rego. Neste conjunto documental encontram-se o regimento, regulamentos, ordens, portarias, avisos e decretos sobre o modo de funcionamento dos diversos serviços (enfermarias, botica, despensa, economato), sobre as tarefas e obrigações dos funcionários, a admissão de doentes, a administração dos rendimentos (propriedades rústicas e urbanas, tenças, padrões, jóias, testamentarias, resíduos de heranças). Inclui, ainda, diplomas de concessão de mercês e privilégios, régios e papais, relatórios, estatísticas e informações sobre doenças.
Com a documentação de arquivo foram incorporadas algumas revistas médicas e monografias, na sua maioria respeitantes a doenças e à evolução da Medicina, à história do Hospital Real de Todos os Santos e a médicos .que de algum modo se destacaram na sua profissão.
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Cartas ao Pai Natal
Todos os anos milhares e milhares de tansos escrevem a sua a cartinha ao Pai Natal na esperança que os seus mais recônditos desejos se realizem. Aliás, a história das cartas e do Pai Natal existir leva-nos a algumas questões: Se existe há quanto tempo? Qual o seu código postal? Recebe cartas coma viso de recepção? A sua barba é postiça ou não? A sua profissão será bem remunerada? Que profissão surgiu primeiro a de Pai Natal ou de Prostituta (que como sabem é conhecida como a mais antiga do mundo)?
Mas voltamos ao tema do Post. Por alturas das festas natalícias lembrámo-nos sempre de todos aqueles que não têm lares, que vivem à mercê da bondade de terceiros, amargurados por se verem privados de um lar e por serem "comidos pela sociedade". Por isso resolvemos dar voz a esses seres, e apresentamos-lhes em primeira mão duas cartas ao Pai Natal: a do bacalhau e do perú!
A carta do bacalhau:
Querido Pai Natal,
- A minha família por tradição nunca chega ao Natal, sendo sempre comida nas brasas de uma qualquer tasca. Pedia-te para que este ano chegue pelo menos à noite de consoada...
- Podias interceder junto das instâncias competentes para que não deixem mais a Simara ir lavar-se ao mar. É que já estamos fartos de ficar com "cheiro a bacalhau"!
- Diz ao Perú para para ir levar no cú!
A carta do perú:
Caro Pai Natal,
- A família está toda em desgraça. Estamos fartos que nos embebedem com vinho rasca para depois nos cortarem a goela. Este ano que nos metam pela goela abaixo um James Martin´s 30 anos!
- Avisa o bacalhau que acabe com as rimas fáceis ao meu nome senão vamos ter problemas!
- Este ano gostava que não me enfiassem pinhões e uvas passas pelo ânus. Além de ser extremamente penoso, é um bocado abichanado! Na família houve até um caso de um primo meu que gostou e depois não queria outra coisa...
Versão Russa do I Canto d´Os Lusíadas
I CANTVS
Оружие и рыцарей отважных,
Что, рассекая волны океана,
Отринув жизни суетной соблазны,
Проплыли морем дальше Тапробаны.
Цвет нации великой и бесстрашной,
Что средь племен неведомых и странных
Могучую державу основала
И тем себе бессмертие снискала,
И королей, достойных вечной славы,
Сражавшихся за истинную веру,
Отстаивавших честь родной державы,
Расширивших империи пределы,
Героями считавшихся по праву,
Явивших миру мужества примеры,
Я воспою, коль хватит мне уменья
И музы мне дадут благословенье.
Забудет мир великие деянья
Ахейцев и героев Илиона,
Забудет Александра и Траяна,
Забудет поступь римских легионов,
Когда начну о Гаме я сказанье,
Родное племя славя неуклонно.
Померкнут песнопенья древней музы
Пред подвигом святым дружины Луза.
О нимфы Тежу, нимфы древних вод,
Мой робкий глас на подвиг укрепите,
Чтоб я воспел любимый мной народ,
Меня водою Тежу напоите.
Пусть Феб к мольбам горячим снизойдет,
И вы его, о девы, упросите,
Чтоб он благословил мой труд смиренный
И сделал Тежу новой Иппокреной.
Obrigado, amanha teremos 2 Poemas, em croata, da "Mensagem" de Fernando Pessoa.
O Armagedon está perto!
Estou estupefacto, atónito, pasmo e surpreendido!
Amigos, companheiros e palhaços, a verdade é que hoje todas as barreiras do masoquismo foram quebradas, todos os porcos já andam de bicicleta e até já os cegos comem gelados sem sujar o nariz. Hoje vi algo que nunca pensei ser possível ver e que só pode ser entendido como um sinal de que afinal o Armagedon está próximo!
O que se passou foi que hoje vi um carro de uma escola de condução, em que a instrutora era uma mulher! Como é possível??? Ainda pensei que fosse um carro tipo inglês, em que o condutor ia no lado direito do veículo, mas não! Eram duas mulheres na frente do carro e uma dava instruções!
Isto é um perigo maior que a própria bomba atómica! Isto é o mesmo que Bin Laden dar conferências sobre paz, um muçulmano ir comer um Leitão à Bairrada, ou mesmo de um judeu afirmar que o seu ídolo é o Hitler!
Definitivamente o mundo está perdido...
Poesia da boa (e da moderna)
Senhor, como faz falta a Internet.
Como faço para bater uma à pala da Lisete.
Que tem a página na net
Por uns meros 2 Renminbi's do Tibete!
Senhor, como fazem falta aquelas letras no ecrân,
As gajas a sacar do sutiã,
E eu a pensar nelas no Poliban,
E a espancar o Macaquinho como se ele fosse um Talibã!
Senhor, como fazem falta as imagens coloridas,
Com aquelas jovens todas despidas,
E eu com as mão todas fod.. prejudicadas
Daquelas ca...stanhas bem batidas.
P.S. Vejam como foi poesia da boa (tinha gajas e isso é bom) e da moderna (tinha internet que é uma coisa que é moderna)
Sermão às Pombinhas
E diz esta parábola : Uma certa Pombinha tinha uma gruta escondida na sua montanha, onde foi procurar nela fruto , não o achando.
Disse então ao escavador : Eis que há três anos venho procurar fruto nesta gruta e não acho nada. Mais vale desistir e tapá-la de vez. Porque ocupa ela ainda a terra inutilmente?
E , respondendo ele , disse-lhe : Pombinha , deixe-a este ano , até que eu a escave e a esterque, se der fruto ficará, se não mandarás tapa-la.
Reflexão: A parábola da Pombinha refere-se aos π², ou seja o PiPi.
Em sua verdade aplica-se a todas as pessoas que professam crer na virgindade, mas que de facto não a praticam. Pois, tal como com um pau não faz uma canoa, também uma gruta não faz uma montanha. Mas há sempre exploradores que descobrem mais uma entrada!
A origem da palavra Ejaculação
Queremos partilhar com este mundo tudo o que sabemos. Por isso aqui fica mais uma pérola para quem bebe deste poço de cultura.
A origem da palavra ejaculação.
Pois bem, a ejaculação é uma palavra de origem chinosa e a sua origem remonta ao período Yangshao, 1700 anos A.C.
Nesta antiga civilização, junto ao rio Huang He, ou Amarelo, aquele que atravessa Gansu, perto da cidade de Lanzhou, quem corta a direita a Fi Aes Su, vivia um casal chinês: Chim Pan Zé e Su An.
Um dia, ou melhor, uma noite, o jovem casal entretinha-se no tântrico prazer da concupiscência quando ela, já estafada do esforçado exercício, lhe pergunta:
- Amôle, falta muito pala te vile ???
Solícito e subserviente, ele responde:
- É JÁ, CULAÇÃO...
sábado, 22 de abril de 2017
HENRI FORD MORRE E CHEGA AO CÉU...
No portal, São Pedro cumprimenta o Ford e diz:
- Bem, você foi uma pessoa boníssima e sua invenção, a linha de montagem para automóveis, mudou o mundo.
Como recompensa você pode passear a vontade no céu, ir para qualquer lugar;
Ford pensa um pouco e diz:
- Eu quero ficar junto a Deus um pouco.
Entao São Pedro pede a um anjo que encaminhe Ford para a sala do Todo Poderoso. Ford entra na sala e logo pergunta a Deus com reverência.
- Senhor todo poderoso, quando inventaste a mulher, em que pensavas ?
- O que queres dizer com isto ?
- Bom, diz Ford, existem alguns grandes problemas no projeto de sua invenção:
1: Muitos modelos tem a frente protuberante demais.
2: Chia muito, quando se está em altas velocidades.
3: A manutenção e extremamente cara.
4: Necessita constantemente de repintura.
5: Tem que ficar na garagem por 5 dias a cada 28.
6: A traseira balança muito.
7: A entrada de ar é perto do cano de exaustão.
8: Os faróis normalmente não são do tamanho ideal.
9: O consumo de combustível é assombroso.
- E isto, só para citar alguns problemas . . .
- Hmmm..., responde Deus, - Aguarde um minuto.
Deus vai para o Supercomputador Celestial, clica em alguns ícones na tela e, quase que instantaneamente, sai um relatório todo colorido na impressora. Deus lê o relatório vira-se para Ford e diz:
- Pode até ser que o meu projeto tenha problemas como você apontou mas, neste exato momento, tem mais homens montados na minha invenção do que na sua.
Um Homem Inteligente Falando das Mulheres
O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.
Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha "Salvem as Mulheres!"
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:
Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.
Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um "eu te amo" no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.
Flores
Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.
Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apóie.
Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.
Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.
Só tem mulher quem pode!
Pegadas na Areia
Uma noite eu tive um sonho.
Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e através do Céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; um era meu e outro do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também, que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso entristeceu-me deveras, perguntei então ao Senhor:
“- Senhor, Tu me dissestes que, uma vez que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre comigo, todo o caminho, mas notei que durante as maiores atribulações do meu viver havia na areia dos caminhos da vida, apenas um par de pegadas. Não compreendo porque nas horas que mais necessitava de Ti, Tu me deixastes.”
O Senhor me respondeu:
“- Meu precioso filho. Eu te amo e jamais te deixaria nas horas da tua prova e do teu sofrimento.
Quando vistes na areia, apenas um par de pegadas, foi exatamente aí que Eu, nos braços... Te carreguei.”
Mude.
Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, troque o caminho, ande calmamente por outras ruas, observando com atenção os lugares por onde passa.
Tome outro ônibus. Mude por uns tempos o estilo das roupas; dê os sapatos velhos, e procure andar descalço alguns – nem que seja em casa.
Tire uma tarde inteira para passear livremente, ouvir o canto dos passarinhos ou o ruído dos carros.
Abra e feche as gavetas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama. Em seguida, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de TV, leia outros livros, viva outros romances – nem que seja em sua imaginação.
Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia.
Coma um pouco menos, coma um pouco mais, coma diferente, escolha outros temperos, novas cores, coisas que você nunca ousou experimentar.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde, ou vice-versa.
Tente o novo todo dia: o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, a nova posição.
Escolha outro mercado, outra marca de sabonete, outro creme dental.
Tome banho em vários horários.
Use caneta de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame cada vez mais, de modos diferentes. Mesmo achando que a outra pessoa pode ficar assustada, sugira o que sempre sonhou fazer, na hora do sexo.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Abra conta em outro banco. Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude. E pense seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais parecido com o que você espera da vida, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as: seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa. O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda, e você está vivo.
Na próxima vez em que parecer que "se levantou com o pé esquerdo", seus filhos demorando para se vestir, não lembrar onde deixou as chaves do carro, pegar todos os semáforos fechados no caminho do trabalho, não fique triste, não se irrite, não se sinta frustrado, louve a Deus, e agradeça, porque Ele está cuidando de você.
Logo após o 11 de setembro eu conversava com alguém que é chefe de segurança de uma empresa que tinha convidado os sobrevivente das empresas que foram dizimadas com o ataque ao World Tower Center para compartilharem seus escritórios. Com sua voz respeitosa ele me contou histórias destes sobreviventes e todas continham pequenos detalhes.
Como você deve saber, o chefe de uma empresa chegou tarde, simplesmente, porque aquele dia era o primeiro em que seu filho foi ao jardim da infância.
Um outro estava vivo porque era seu dia de trazer rosquinhas.
Uma mulher atrasou-se porque o despertador não funcionou. Outra porque ficou presa num congestionamento causado por um acidente. Um outro havia perdido o ônibus. Uma mulher teve que trocar de roupa porque derramou café em seu vestido.
Um outro teve dificuldade em fazer pegar o motor do carro. Alguém teve que atender a uma ligação.
O filho de outro demorou-se para sair da cama.
Alguém não encontrava um táxi.
Muitas outras histórias... pequenos detalhes... contratempos... talvez, algum dia, sejam escritas num livro.
Aquele homem com quem eu conversava, estava vivo porque tinha vestido sapatos novos que lhe causaram uma bolha no pé e teve que parar numa farmácia para comprar atadura.
Hoje, quando pego um congestionamento de trânsito, perco um elevador, atendo uma ligação no momento de uma saída... pequenas coisas que me aborreciam, penso comigo... estou exatamente onde Deus quer que eu esteja neste momento.
Que Deus continue a abençoar você com todos estes pequenos aborrecimentos que o faça lembrar de seus propósitos.
Nem sempre compreendemos os desígnios de Deus. Acredito que Ele queira sempre o melhor para nós, o difícil é ler suas entrelinhas..
ABACAXI
Álvaro trabalhava em uma empresa. Funcionário sério, dedicado,
cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo está com seus 20 anos
de casa.
Um belo dia, ele vai ao dono da empresa para fazer uma reclamação:
-Meu patrão, tenho trabalhado durante esses 20 anos em sua empresa
com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.
O Luiz,
que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão, fingindo não ouvi-lo, disse:
-Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá fazê-lo. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso
pessoal após o almoço de hoje.
Ali na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
Álvaro, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
-E aí, Álvaro? - perguntou o patrão.
-Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
-E quanto custa?
-Isso eu não perguntei, não.
-Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários do escritório? - quis saber o patrão.
-Também não perguntei isso, não.
-Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
-Não sei não...
-Muito bem, Álvaro. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um
pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Luiz. Deu a ele a mesma
orientação que dera o Álvaro. Em oito minutos, o Luiz voltou.
-E então, Luiz? - indagou o patrão.
-Eles têm abacaxi sim. Em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal.
E se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão.
O abacaxi, estão vendendo a R$ 1,50 cada; a banana e o mamão
a R$ 1,00 o quilo; o melão a R$ 1,20 a unidade, e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascada.
Mas como eu disse que a compra seria
em grande quantidade, eles me concederam um desconto de 15%.
Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo, explicou o Luiz.
Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o. Voltou-se para
o Álvaro, que permaneceu sentado ao seu lado, e perguntou-lhe:
-Álvaro, o que foi que você estava mesmo me
dizendo?
-Nada sério não, patrão. Esqueça. Com a sua licença.
E o Álvaro deixou a sala.
Na terra do “Se”
Se quem luta por um mundo melhor soubesse que toda revolução começa por revolucionar antes a si próprio.
Se aqueles que vivem intoxicando sua família e seus amigos com reclamações fechassem um pouco a boca e abrissem suas cabeças, reconhecendo que são responsáveis por tudo o que lhes acontece.
Se as diferenças fossem aceitas naturalmente e só nos defendêssemos contra quem nos faz mal.
Se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos, enaltecendo apenas o amor e a paz, sem se envolver com as escolhas particulares de devotos.
Se a gente percebesse que tudo o que é feito em nome do amor ( e isso não inclui o ciúme e a posse) tem 100% de chance de gerar boas reações e resultados positivos.
Se as pessoas fossem seguras o suficiente para tolerar opiniões contrárias às suas sem precisar agredir e despejar sua raiva.
Se fossemos mais divertidos para nos vestir e mobiliar nossa casa, e menos reféns de convencionalismo.
Se não tivéssemos tanto medo da solidão e não fizéssemos tanta besteira para evitá-la.
Se todos lessem bons livros.
Se as pessoas soubessem que quase sempre vale mais a pena gastar dinheiro com coisas que não vão para dentro do armários, como viagens, filmes e festas para celebrar a vida.
Se valorizássemos o cachorro-quente tanto quanto o caviar.
Se mudássemos o foco e concluíssemos que a infelicidade não existe, o que existe são apenas momentos infelizes.
Se percebêssemos a diferença entre ter uma vida sensacional e uma vida sensacionalista.
Se acreditássemos que uma pessoa é sempre mais valiosa do que uma instituição: é a instituição que deve servir a ela, e não o contrário.
Se quem não tem bom humor reconhecesse sua falta e fizesse dessa busca a mais importante da sua vida.
Se as pessoas não se manifestassem agressivamente contra tudo só para tentar provar que são inteligentes.
Se em vez de lutar para não envelhecer, lutássemos para não emburrecer.
Se.
(Martha Medeiros)
SEXTA-FEIRA, 23 DE NOVEMBRO DE 2012
Cavaco Silva – Pronto... não é para rir às gargalhadas, mas...
«Digam que eu estive aqui mas que não disse absolutamente nada» - disse o Presidente Cavaco Silva… e teve graça!
Cavaco falava numa entrega de prémios a jornalistas e decidiu ironizar com os seus já famosos e prolongados silêncios. Pena que não se tenha ficado apenas pela frase que acima destaquei, perdendo-se em longas explicações e desenvolvimentos da piada, o que, como se sabe, aniquila qualquer tentativa de humor. Está desculpado pela falta de prática.
Escusado teria sido também, quando quis fazer a conversão de uma “onça” para “gramas”, durante a sua avaliação do “silêncio de ouro”, ter decidido dizer que são «trinta e uma gramas», em vez de trinta e um gramas... já que é (quase) do domínio público o facto de só existirem gramas machos. Pessoalmente acho triste... mas é assim! Grama não tem feminino! Nunca veremos os gramas a reproduzirem-se, alegremente, povoando o mundo com quilogramas de filharada, quintais de sobrinhos e toneladas de netinhos e netinhas. É a vida!...
Seja como for, aquilo que conta para este texto é o facto inédito de ter achado graça a uma piada nascida no cérebro do cidadão Aníbal Cavaco Silva.
Resumindo... gramei!!!
TRUQUES PARA LIBERTAR UMA BOA GARGALHADA!
É cada vez mais claro que rir facilita as relações sociais, melhora o nosso estado de espírito e diminui a ansiedade. Quer saber como rir mais? Siga as nossas dicas e encontre aquele sorriso que por vezes deixamos desaparecer. Ria às gargalhadas!
Se andava em busca da chave para viver um pouco mais alegre, acabou de encontrá-la. Tome nota e ria tudo o que puder. É saudável e grátis!
Lembre-se daquele momento (ou momentos) em que se riu tanto que quase desencaixava a mandíbula. Relembre os detalhes e registe-os mentalmente para recorrer a eles sempre que se sinta com a energia em baixo.
Faça-se acompanhar sempre de um livro divertido e cada vez que vir uma frase que a faça rir, tome nota. Também pode ser uma frase dos seus filhos, um encontro a que tenha assistido, uma cena de um filme ou aquela piada de que tanto gosta. Quando reler ou quando se lembrar, de certeza que irá rir.
Experimente um riso falso. Primeiro em voz baixa, depois mais esganiçado. Vá, ninguém está a ouvir! Não está a melhorar o seu humor? Na verdade, há uma nova tendência, o yoga do riso. É um movimento fundado pelo médico índio Madan Kataria em 1995, cuja ideia é “fingir até conseguir”, rindo em grupo sem nenhum motivo. Experimente! Inclui ainda rir-se das principais razões que nos stressam no dia a dia. É algo que ficaria bem a toda a gente!
Sorria mesmo que não lhe apeteça, experimente em fotos! O psicólogo social Fritz Strack diz que a nossa expressão facial influencia o nosso estado de espírito, por mais relativo que seja.
Faça uma viagem ao passado. Reúna-se com os seus velhos amigos com frequência, pois as anedotas e histórias em comum acabam inevitavelmente em risadas. E estas são uma grande terapia!
Veja a “Laughter Chain” do Skype. O que começou por ser uma campanha viral para comercializar chamadas gratuitas de vídeo Skype-to-Skype converteu-se num vídeo de três horas de risadas! Começou em julho de 2008 com um filme de 4 minutos e oito pessoas. No momento que se gerou a cadeia passou a 11.000 pessoas de 77 países a partilharem os seus sorrisos!
Explore o lado mais escuro, o sarcasmo e a sátira. Leia Oscar Wilde, Bernard Shaw, Terry Prachett, Dorothy Parker, Christopher Buckley e PJ O'Rourke.
Visite Funny or Die (www.funnyordie.com). Neste site encontrará vídeos e documentários falsos. Não vai conseguir parar de rir.
Observe as pessoas: num parque, no aeroporto ou em qualquer outro lugar. Aprecie o lado mais absurdo do ser humano. Ele existe e tem muita piada.
Aprenda a rir de si mesma. O humor fomenta a aceitação da nossa humanidade e dos nossos pontos fracos. Só necessita de uma perspetiva amável e brincalhona. Experimente levar a vida como numa piada e não como um drama.
Ria com o seu par. O sorriso muda a perspetiva aos problemas e permite ver as situações com uma luz mais bonita. Ajuda a acalmar uma situação e rir da mesma antes que se torne irritante para ambos.
Recorde tudo isto e lembre-se que o positivismo oferece uma vida mais saudável e agradável!
É IMPOSSÍVEL SER FELIZ AO LADO DE QUEM RECLAMA DE TUDO
Existem pessoas que nunca parecem estar bem, uma vez que jamais passam um dia sem enxergar problemas pela frente. Se estão em férias, sentem-se entediadas; se estão trabalhando, vivem cansadas; se estão viajando, reclamam do hotel; se estão bem de saúde, alguma preocupação perturba.
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Por mais que saibamos que a felicidade praticamente depende de nós mesmos, de como encaramos a vida, os fatos, os dias e suas atribulações, tem gente que parece ter o dom de impedir a paz de quem estiver ao seu lado. Se já é difícil mantermos certa serenidade nesse mundo violento de hoje, em que crises econômicas pipocam aos quatro cantos e o trabalho nos toma muito tempo e energia, torna-se quase impossível sorrirmos perto de pessoas que só reclama e criticam, e pior, em voz alta.
Existem pessoas que nunca parecem estar bem, como se nada pudesse satisfazê-las, uma vez que jamais passam um dia sem enxergar problemas pela frente. Se estão em férias, sentem-se entediadas; se estão trabalhando, vivem cansadas; se estão viajando, reclamam do hotel; se estão bem de saúde, alguma preocupação perturba. Sempre se sentem incomodadas com alguém que dizem lhes tratar mal, com o chefe que dizem ser deseducado, com o amigo que dizem ser ausente.
Da mesma forma, nada do que dissermos ou fizermos por elas surtirá algum efeito positivo, nada terá o poder de retirar-lhes do círculo vicioso das lamúrias e da infelicidade constantes. Por mais que tentemos, por mais que mostremos o lado bom das coisas e/ou das pessoas, nada as convencerá de que muitas causas de suas queixas infinitas encontram-se nelas mesmas. Estão por demais acostumadas a olhar somente para fora de si, com olhos negativistas, portanto, voltar o olhar para si será uma tarefa impossível.
Isso não quer dizer que não devamos tentar ajudar quem esteja perdendo o que a vida tem de bom, de tanto que carregam olhares ruins, tampouco nos impede de tentar compreender que aquele comportamento certamente possui um histórico pessoal difícil. Não podemos julgar as pessoas somente pelo que vemos hoje, pois elas já passaram por muita coisa até então, ou seja, conforme o grau de nossa proximidade com elas, cabe-nos orientá-las nesse sentido.
Mesmo assim, caso não consigamos promover mudança alguma no comportamento do outro, caso ele mantenha uma postura pessimista, reclamando e se lamuriando além da conta, isso acabará por interferir na nossa vida, pois é praticamente impossível conseguirmos sorrir ao lado de alguém negativo demais. Daí a importância de mantermos ao nosso lado gente do bem, gente positiva, gente que luta, para que não desistamos de buscar a felicidade, para que nossos sonhos não sejam neutralizados pela negatividade de ninguém.
© obvious: http://obviousmag.org/pensando_nessa_gente_da_vida/2017/e-impossivel-ser-feliz-ao-lado-de-quem-reclama-de-tudo.html#ixzz4exzG6oyN
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Existem pessoas que nunca parecem estar bem, uma vez que jamais passam um dia sem enxergar problemas pela frente. Se estão em férias, sentem-se entediadas; se estão trabalhando, vivem cansadas; se estão viajando, reclamam do hotel; se estão bem de saúde, alguma preocupação perturba.
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Por mais que saibamos que a felicidade praticamente depende de nós mesmos, de como encaramos a vida, os fatos, os dias e suas atribulações, tem gente que parece ter o dom de impedir a paz de quem estiver ao seu lado. Se já é difícil mantermos certa serenidade nesse mundo violento de hoje, em que crises econômicas pipocam aos quatro cantos e o trabalho nos toma muito tempo e energia, torna-se quase impossível sorrirmos perto de pessoas que só reclama e criticam, e pior, em voz alta.
Existem pessoas que nunca parecem estar bem, como se nada pudesse satisfazê-las, uma vez que jamais passam um dia sem enxergar problemas pela frente. Se estão em férias, sentem-se entediadas; se estão trabalhando, vivem cansadas; se estão viajando, reclamam do hotel; se estão bem de saúde, alguma preocupação perturba. Sempre se sentem incomodadas com alguém que dizem lhes tratar mal, com o chefe que dizem ser deseducado, com o amigo que dizem ser ausente.
Da mesma forma, nada do que dissermos ou fizermos por elas surtirá algum efeito positivo, nada terá o poder de retirar-lhes do círculo vicioso das lamúrias e da infelicidade constantes. Por mais que tentemos, por mais que mostremos o lado bom das coisas e/ou das pessoas, nada as convencerá de que muitas causas de suas queixas infinitas encontram-se nelas mesmas. Estão por demais acostumadas a olhar somente para fora de si, com olhos negativistas, portanto, voltar o olhar para si será uma tarefa impossível.
Isso não quer dizer que não devamos tentar ajudar quem esteja perdendo o que a vida tem de bom, de tanto que carregam olhares ruins, tampouco nos impede de tentar compreender que aquele comportamento certamente possui um histórico pessoal difícil. Não podemos julgar as pessoas somente pelo que vemos hoje, pois elas já passaram por muita coisa até então, ou seja, conforme o grau de nossa proximidade com elas, cabe-nos orientá-las nesse sentido.
Mesmo assim, caso não consigamos promover mudança alguma no comportamento do outro, caso ele mantenha uma postura pessimista, reclamando e se lamuriando além da conta, isso acabará por interferir na nossa vida, pois é praticamente impossível conseguirmos sorrir ao lado de alguém negativo demais. Daí a importância de mantermos ao nosso lado gente do bem, gente positiva, gente que luta, para que não desistamos de buscar a felicidade, para que nossos sonhos não sejam neutralizados pela negatividade de ninguém.
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quinta-feira, 20 de abril de 2017
Filha
Esta manhã, eu vou sorrir quando vir o seu rosto, e rir mesmo sentindo vontade de chorar.
Vou deixar você escolher o que vai vestir, sorrir e dizer o quanto você está óptimo.
Eu vou deixar a roupa para lavar de lado, pegar você e levá-la ao parque para brincar.
Vou deixar a louça na pia e deixar você me ensinar a montar seu quebra-cabeça.
Esta tarde, eu vou desligar o telefone, manter o computador fora do ar e sentar-me com você no quintal e soltar bolhas de sabão.
Eu não vou gritar nenhuma vez, nem mesmo resmungar quando você gritar e acenar para o carrinho de sorvetes, e vou comprar um se ele passar.
Eu não vou me preocupar com o que você vai ser quando crescer.
Vou deixar você ajudar-me a assar biscoitos e não vou ficar atrás de você tentando consertá-los.
Iremos ao McDonald's e comprar um Mc lanche feliz para nós dois, para que você possa ganhar dois brinquedos.
Esta noite, vou segurá-la em meus braços e contar-lhe uma história sobre como você nasceu e como eu a amo.
Eu vou deixar você espirrar a água do banho e não ficar nervosa.
Vou deixar você ficar acordada até tarde, enquanto ficamos sentados na soleira, contando todas as estrelas.
Eu vou me aconchegar ao seu lado por horas e perder meus shows favoritos na TV.
Quando eu passar meus dedos entre seus cabelos enquanto você reza, eu vou simplesmente ser grato a Deus por ter me dado o maior presente do mundo.
Eu vou pensar nas mães e pais que procuram por seus filhos perdidos, nas mães e pais que visitam a sepultura de seus filhos ao invés de suas camas, nas mães e pais que estão em hospitais vendo seus filhos sofrerem sem que isto tenha sentido e gritando por dentro que não podem mais suportar isso.
E, quando eu te der um beijo de boa noite, eu vou te segurar um pouquinho mais forte, por um pouquinho mais de tempo.
E é então, que vou agradecer a Deus por você, e não pedir nada a Ele, excepto mais um dia.
Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!
Sêneca
Gargalhada
Homem vulgar! Homem de coração mesquinho!
Eu te quero ensinar a arte sublime de rir.
Dobra essa orelha grosseira, e escuta
o ritmo e o som da minha gargalhada:
Ah! Ah! Ah! Ah!
Ah! Ah! Ah! Ah!
Não vês?
É preciso jogar por escadas de mármores baixelas de ouro.
Rebentar colares, partir espelhos, quebrar cristais,
vergar a lâmina das espadas e despedaçar estátuas,
destruir as lâmpadas, abater cúpulas,
e atirar para longe os pandeiros e as liras...
O riso magnífico é um trecho dessa música desvairada.
Mas é preciso ter baixelas de ouro,
compreendes?
— e colares, e espelhos, e espadas e estátuas.
E as lâmpadas, Deus do céu!
E os pandeiros ágeis e as liras sonoras e trêmulas...
Escuta bem:
Ah! Ah! Ah! Ah!
Ah! Ah! Ah! Ah!
Só de três lugares nasceu até hoje essa música heróica:
do céu que venta,
do mar que dança,
e de mim.
RUÍNAS
Se é sempre Outono o rir das primaveras,
Castelos, um a um, deixa-os cair...
Que a vida é um constante derruir
De palácios do Reino das Quimeras!
E deixa sobre as ruínas crescer heras.
Deixa-as beijar as pedras e florir!
Que a vida é um contínuo destruir
De palácios do Reino de Quimeras!
Deixa tombar meus rútilos castelos!
Tenho ainda mais sonhos para erguê-los
Mais altos do que as águias pelo ar!
Sonhos que tombam! Derrocada louca!
São como os beijos duma linda boca!
Sonhos!... Deixa-os tombar... deixa-os tombar...
Florbela Espanca
O que é o sucesso?
Rir muito e com frequência; ganhar o respeito de pessoas inteligentes e o afeto das crianças; merecer a consideração de críticos honestos e suportar a traição de falsos amigos; apreciar a beleza, encontrar o melhor nos outros; deixar o mundo um pouco melhor, seja por uma saudável criança, um canteiro de jardim ou uma redimida condição social; saber que ao menos uma vida respirou mais fácil porque você viveu. Isso é ter tido sucesso.
SORRIR, RIR E GARGALHAR
sorrir_rir
O Homem é o único animal que tem a espantosa forma de se expressar através do simples mostrar da ‘cremalheira’. Mas esse gesto tão natural de mostrar os dentes tem vários significados e vários estilos muito próprios de cada um.
Sorrir não é a mesma coisa que rir e não é a mesma coisa que gargalhar.
Sorrir traduz um estado de alma e abre-nos a porta a entrar no íntimo de alguém. É muito importante saber sorrir, pois um sorriso pode ser simpático e dissipar uma angústia ou ser sarcástico e aumentá-la ainda mais. Pode estimular o trabalho se for de aprovação ou desanimar quem trabalhar se for cínico. Pode criar amizades se for sincero ou afastar alguém se for hipócrita. Como vemos há imensas formas de sorrir, com diferentes significados e interpretações.
Rir é diferente. Não contém malícia e é geralmente mais desafogado e despreocupado de tudo o que nos rodeia. No seu extremo transforma-se em gargalhada.
A gargalhada é o inverso do sorriso, pois surge sem cuidado algum e sem importar o ambiente ou pessoas que estão por perto. O corpo acompanha o ritmo da gargalhada e dentro de nós liberta-se alguma adrenalina que nos deixa felizes e contentes.
Vale a pena citar algumas frases sobre o sorriso:
Enriquece quem o recebe, sem empobrecer quem o dá;
Dura somente um instante, mas os seus efeitos perduram no tempo;
Não custa nada e rende muito;
Ninguém é tão rico que dele não precise;
Ninguém é tão pobre que não possa dar;
É símbolo da amizade, alento para os desanimados, repouso para os cansados, raio de sol para os tristes;
Não se compra nem se empresta e nenhuma moeda paga o seu valor;
Não há ninguém que precise tanto de um sorriso, como aquele que não sabe mais sorrir;
Quando nasceste todos sorriam e só tu choravas.
Termino com esta frase:
“Não critique, ajude; não grite, converse; não acuse, ampare e… não se irrite, sorria”.
DICIONÁRIO DO APAGÃO
Para você entender bem os termos que serão usados a partir de agora, foi feito um dicionário da crise que provocará o apagão.
Em breve essas palavras estarão na boca de todos.
APAGÃO - Esse a maioria já conhece. É o resultado da falta de investimentos do governo e do setor privatizado na energia. Significa o que vai acontecer se não economizarmos 20%, ou seja, a energia elétrica ficará desligada sabe-se lá por quanto tempo e tudo ficará apagado. Para a redução dos 20%, surgirão outros fenômenos interessantes:
SUADÃO - É o acontece quando os termômetros atingem mais de 25 graus e você não pode ligar o ar condicionado, nem o ventilador. Você fica suadão.
PORCÃO - Aproveitando a desculpa, muitos que já não gostam, não vão tomar banho, ocosionando o efeito porcão, ou também chamado fedidão. Também o fato da máquina de lavar roupa não poder ser acionada muitas vezes, as pessoas andarão muito mais sujas que o normal. O fenômeno porcão promete...
SONECÃO - A TV sendo desligada, não sobram muitas opções de lazer, o que deverá fazer com que as pessoas deitem-se mais cedo e durmam bem mais. Também se o rádio relógio fica desligado, perde-se a hora e o sonecão ganha um segundo significado, o de dormir até mais tarde. O fenômeno da TV desligada também pode ter o nome de familião.
FAMILIÃO - TV desligada, o sono não vem .. e, bem, não precisamos explicar mais nada, haverá um 'baby-boom', com as famílias ficando cada vez mais numerosas, tornando-se um familião. Só que isso vai ocasionar um maior gasto de energia e.,,,, melhor ficar com o sonecão.
AMASSADÃO - Ferro desligado, roupa lavada (ou não) e você sai todo amassado. Se o chefe brigar, você explica: 'É o amassadão'.
QUENTÃO - Não, não é a bebida consumida nas festas juninas. O novo quentão é a cerveja, que não poderá estar geladinha, já que a geladeira estará desligada, então será o jeito acostumar-se em tomá-la quente. Ao chegar no bar, ao invés de pedir uma geladinha, vc pede um quentão.
PARADÃO - Esse tem dois significados importantes:
1. Com o corte de energia, há o corte de mão de obra. Resultado: você ficará paradão, sem trabalhar.
2. Esse não está relacionado à crise de energia, mas fará vc ficar em casa, sem ter para onde ir. É o aumento de 11% dos pedágios. Se vc não tiver muuuito dinheiro, não dá pra sair e pagar os trocentos pedágios, então vc também ficará paradão.
REVOLUÇÃO - É o que o brasileiro deveria fazer, mas não faz, talvez por desconhecer o significado. E, aliás, o que significa mesmo???
ARROGÂNCIA
O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.
Os americanos começaram na maciota:
- Favor alterar seu curso 15 graus para norte
para evitar colisão com nossa embarcação.
Os canadenses responderam de pronto:
- Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.
O americano ficou mordido:
- Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana.
Repito, mude o SEU curso.
Mas o canadense insistiu:
- Não. Mude o SEU curso atual
O negócio começou a ficar feio. O capitão americano
berrou ao microfone:
- ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR
NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS
ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E
NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS
MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE,
OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA
GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.
E o canadense respondeu:
- Aqui é um farol, câmbio!
Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos...
quantas vezes criticamos a ação dos outros,
quantas vezes exigimos mudanças de comportamento
nas pessoas que vivem perto de nós quando na verdade
nós é que deveríamos mudar o nosso rumo...
Leia mais: http://muraldagargalhada.webnode.com.br/textos/textos-para-rir/
domingo, 16 de abril de 2017
A Lenda da Praia da Ursa, sita perto do Cabo da Roca no Parque Natural de Sintra-Cascais, é uma curta lenda que serve apenas o propósito de satisfazer a curiosidade da origem do nome da Praia da Ursa.
Ainda assim, é de realçar o paganismo no qual esta lenda assenta.
Um par de enormes rochedos emergem da água, a norte da Praia da Ursa, mesmo junto a essa, evocando a primeira enorme rocha em seu perfil, a imagem de um urso.
A lenda diz que há muitos milhares de anos, quando a terra era uma enorme bola coberta de gelo, aqui vivia uma ursa com os seus filhos. Quando o degelo começou , os Deuses disseram a todos os animais para abandonarem a beira-mar, mas a ursa não o fez, pois ali tinha nascido e ali queria ficar.
Os Deuses enfurecidos transformaram a ursa em pedra e os seus filhos em pequenas rochas dispersas à volta da mãe, que ali para sempre ficaram dando assim o nome à praia - Praia da Ursa.
Ainda de referir - e olhando para a Lenda da Praia da Ursa sob um ponto de vista científico pelo menos nos seus factos - que a era em que supostamente o Planeta Terra esteve totalmente coberto de gelo foi há cerca de seiscentos e cinquenta milhões de anos, e que os primeiros "familiares" do urso apareceram no período compreendido entre os trinta e oito e os dezoito milhões de anos atrás, de acordo com a possível evolução das espécies.
© O Caminheiro de Sintra
P.S.: Quanto à localização dos sítios mencionados neste blog, tive durante muito tempo a dúvida se a mesma haveria de ser aqui disposta ou não. Pela resolução positiva, peço que faça o melhor uso possível desta informação, o qual principalmente tem a ver com a preservação do património e a não poluição dos locais sob que forma for. Tendo boa fé em si, deixo-lhe aqui no mapa (seta verde - poderá ampliar o mapa para ver melhor), a Pedra da Ursa junto à Praia da Ursa no Parque Natural de Sintra-Cascais, Portugal:
Doença
Estar doente não é desculpa para não vir trabalhar. Nem um atestado médico é uma garantia de estar doente, pois se estava em condições de visitar um médico também podia ter vindo trabalhar.
Morte na família
Não tem desculpa. Pelo morto não pode fazer mais nada, e os preparativos para o enterro podem ser feitos por outra pessoa. Se conseguir marcar o enterro para o fim da tarde, a firma deixa-o, de boa vontade, sair meia hora mais cedo (isto se tiver o trabalho pronto...)
Morte própria
Aqui pode contar com a nossa compreensão SE:
a) informar 2 semanas antes do acontecimento, para nós arranjarmos outra pessoa que faça o seu trabalho;
b) telefonar até às 8:00 horas da manhã para dizer que morreu de noite;
c) enviar um atestado com a sua assinatura e a do médico relatando a causa da morte (senão serão descontados dias de férias).
Operações
Operações aos nossos trabalhadores são proibidas, pois nós os contratamos como eles eram. A tiragem ou substituição de órgãos é contra o contrato de trabalho.
Bodas de Prata/Ouro
Para uma festa deste tipo não damos dias livres. Se está casado há 25 ou 50 anos com a mesma pessoa, fique feliz em poder vir trabalhar.
Aniversário
O fato de ter nascido não quer dizer que o tenha merecido. Por isso não damos o dia!
Nascimento de um filho
Por um erro desse tamanho não damos dias livres aos nossos trabalhadores (o erro foi seu). E além disso você já teve o seu divertimento.
Estar doente não é desculpa para não vir trabalhar. Nem um atestado médico é uma garantia de estar doente, pois se estava em condições de visitar um médico também podia ter vindo trabalhar.
Morte na família
Não tem desculpa. Pelo morto não pode fazer mais nada, e os preparativos para o enterro podem ser feitos por outra pessoa. Se conseguir marcar o enterro para o fim da tarde, a firma deixa-o, de boa vontade, sair meia hora mais cedo (isto se tiver o trabalho pronto...)
Morte própria
Aqui pode contar com a nossa compreensão SE:
a) informar 2 semanas antes do acontecimento, para nós arranjarmos outra pessoa que faça o seu trabalho;
b) telefonar até às 8:00 horas da manhã para dizer que morreu de noite;
c) enviar um atestado com a sua assinatura e a do médico relatando a causa da morte (senão serão descontados dias de férias).
Operações
Operações aos nossos trabalhadores são proibidas, pois nós os contratamos como eles eram. A tiragem ou substituição de órgãos é contra o contrato de trabalho.
Bodas de Prata/Ouro
Para uma festa deste tipo não damos dias livres. Se está casado há 25 ou 50 anos com a mesma pessoa, fique feliz em poder vir trabalhar.
Aniversário
O fato de ter nascido não quer dizer que o tenha merecido. Por isso não damos o dia!
Nascimento de um filho
Por um erro desse tamanho não damos dias livres aos nossos trabalhadores (o erro foi seu). E além disso você já teve o seu divertimento.
1º Ministro ao telefone.
-Tou??? Mariano Gago? É o Zé Sócrates. Oh, pá, ajuda-me aqui, porque o meu curso de informática foi tirado na Independente e o professor faltava muito. Comprei um computador, mas não consigo entrar na Internet! Estará fechada?
- Desculpa?....
- Aquilo fecha a que horas?
- Zé, meteste a password?
-Sim! Quer dizer, copiei a do *Freitas*.
- E não entra?
- Não, pá!
- Hmmm....deixa-me ver... qual é a password dele?
- Cinco estrelinhas...
- Oh, Zé!...*****...Bom, deixa lá agora isso, depois eu explico-te. E o resto, funciona?
- Também não consigo imprimir, pá! O computador diz: "Cannot find printer"! Não percebo, pá, já levantei a impressora, pu-la mesmo em frente ao Monitor e o gajo sempre com a ***** da mensagem, que não consegue encontrá-la, pá!
- *****.... Vamos tentar isto: desliga e torna a ligar e dá novamente ordem de impressão.
Sócrates desliga o telefone. Passados alguns minutos torna a ligar.
- Mariano, já posso dar a ordem de impressão?
- Olha lá, porque é que desligaste o telefone?
- Eh, pá! Foste tu que disseste, estás doido ou quê?
- *****... Dá lá a ordem de impressão, a ver se desta vez resulta.
- Dou a ordem por escrito? É um despacho normal?
- Oh, Zé... *****... Eh, pá! esquece.... Vamos fazer assim: clica no "Start" e depois...
- Mais devagar, mais devagar, pá! Não sou o Bill Gates...
- Se calhar o melhor ainda é eu passar por aí... Olha lá, e já tentaste enviar um mail?
- Eu bem queria, pá! Mas tens de me ensinar a fazer aquele circulozinho em volta do "a".
- O circulozinho...pois.... Bom... vamos voltar a tentar aquilo da impressora. Faz assim: começas por fechar todas as janelas, Ok? Espera aí...
- Zé?...estás aí?
- Pronto, já fechei as janelas. Queres que corra os cortinados também?
- ***** Zé.... Senta-te, OK? Estás a ver aquela cruzinha em cima, no lado direito?
- Não tenho cá cruzes no Gabinete, pá!...
- *****.... *****.... ***** Zé, olha para a ***** do monitor e vê se me consegues ao menos dizer isto: o que é que diz na parte de baixo do écran?
- Samsung.
- Eh, pá! Não me chateies!!!
- Mariano?... Mariano?... 'Tá lá?... poooorrrrraaaa o que é que lhe deu?... Desligou.... E agora como é q que eu ponho isto a funcionar?....
-Tou??? Mariano Gago? É o Zé Sócrates. Oh, pá, ajuda-me aqui, porque o meu curso de informática foi tirado na Independente e o professor faltava muito. Comprei um computador, mas não consigo entrar na Internet! Estará fechada?
- Desculpa?....
- Aquilo fecha a que horas?
- Zé, meteste a password?
-Sim! Quer dizer, copiei a do *Freitas*.
- E não entra?
- Não, pá!
- Hmmm....deixa-me ver... qual é a password dele?
- Cinco estrelinhas...
- Oh, Zé!...*****...Bom, deixa lá agora isso, depois eu explico-te. E o resto, funciona?
- Também não consigo imprimir, pá! O computador diz: "Cannot find printer"! Não percebo, pá, já levantei a impressora, pu-la mesmo em frente ao Monitor e o gajo sempre com a ***** da mensagem, que não consegue encontrá-la, pá!
- *****.... Vamos tentar isto: desliga e torna a ligar e dá novamente ordem de impressão.
Sócrates desliga o telefone. Passados alguns minutos torna a ligar.
- Mariano, já posso dar a ordem de impressão?
- Olha lá, porque é que desligaste o telefone?
- Eh, pá! Foste tu que disseste, estás doido ou quê?
- *****... Dá lá a ordem de impressão, a ver se desta vez resulta.
- Dou a ordem por escrito? É um despacho normal?
- Oh, Zé... *****... Eh, pá! esquece.... Vamos fazer assim: clica no "Start" e depois...
- Mais devagar, mais devagar, pá! Não sou o Bill Gates...
- Se calhar o melhor ainda é eu passar por aí... Olha lá, e já tentaste enviar um mail?
- Eu bem queria, pá! Mas tens de me ensinar a fazer aquele circulozinho em volta do "a".
- O circulozinho...pois.... Bom... vamos voltar a tentar aquilo da impressora. Faz assim: começas por fechar todas as janelas, Ok? Espera aí...
- Zé?...estás aí?
- Pronto, já fechei as janelas. Queres que corra os cortinados também?
- ***** Zé.... Senta-te, OK? Estás a ver aquela cruzinha em cima, no lado direito?
- Não tenho cá cruzes no Gabinete, pá!...
- *****.... *****.... ***** Zé, olha para a ***** do monitor e vê se me consegues ao menos dizer isto: o que é que diz na parte de baixo do écran?
- Samsung.
- Eh, pá! Não me chateies!!!
- Mariano?... Mariano?... 'Tá lá?... poooorrrrraaaa o que é que lhe deu?... Desligou.... E agora como é q que eu ponho isto a funcionar?....
Querida, faz tanto tempo que eu não me
conformo, tendo somente o meu pensamen-
to em você. Por isso, estou com grande te-
mor e estou sabendo que tenho ra-
zão e não descansarei enquanto não fo-
calizar meu pensamento ainda mais para po-
der até esgotar o último pingo de por-
ção de alegria que em meu peito se encer-
ra, que está acumulada dentro do meu cará-
ter de homem que vive do traba-
lho; espero que goste do meu fu-
turo, sempre ao seu lado, mantendo-me o mes-
mo que sempre esperou por você!
conformo, tendo somente o meu pensamen-
to em você. Por isso, estou com grande te-
mor e estou sabendo que tenho ra-
zão e não descansarei enquanto não fo-
calizar meu pensamento ainda mais para po-
der até esgotar o último pingo de por-
ção de alegria que em meu peito se encer-
ra, que está acumulada dentro do meu cará-
ter de homem que vive do traba-
lho; espero que goste do meu fu-
turo, sempre ao seu lado, mantendo-me o mes-
mo que sempre esperou por você!
OBS: Você leu essa carta romântica e não gostou, e é desses que gosta de sacanagem,
leia novamente a carta, pulando uma linha.
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