sábado, 7 de outubro de 2017
sábado, 9 de setembro de 2017
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
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domingo, 25 de junho de 2017
quarta-feira, 21 de junho de 2017
sexta-feira, 16 de junho de 2017
quinta-feira, 15 de junho de 2017
domingo, 4 de junho de 2017
domingo, 28 de maio de 2017
domingo, 21 de maio de 2017
sábado, 20 de maio de 2017
sexta-feira, 19 de maio de 2017
quinta-feira, 18 de maio de 2017
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domingo, 14 de maio de 2017
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sábado, 13 de maio de 2017
quinta-feira, 11 de maio de 2017
segunda-feira, 8 de maio de 2017
domingo, 7 de maio de 2017
quarta-feira, 3 de maio de 2017
terça-feira, 2 de maio de 2017
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Procissão do Corpo de Deus 2016 em Lisboa Publicado a 27/05/2016 Este ano cumpriu-se a tradição, a procissão realizou-se no próprio dia, há três anos que isso não acontecia, pelo facto do governo de Passos Coelho e Portas terem acabado com este dia como feriado, com a mudança de Governo a tradição voltou e o dia de Corpo de Deus voltou a ser feriado Nacional, assim milhares de pessoas puderam participar neste ato religioso que vem a ser realizado desde o século XIII. Também participaram nesta ato de Fé, Os Romeiros de São Martinho , Confraria do Cavalo, Colega. vídeo de J. Gomes.
Tradicionalmente invocada pelos doentes (como afirma o Padre António Vieira no seu Sermão do Nascimento da Mãe de Deus: «Perguntai aos enfermos para que nasce esta celestial Menina, dir-vos-ão que nasce para Senhora da Saúde [...]»), tornou-se particularmente cultuada a partir dos finais do século XVI, sendo-lhe atribuída a intervenção miraculosa que levou ao fim de vários surtos de peste ocorridos em Portugal. Em sua honra, nas povoações libertas do flagelo, foram-lhe erigidas igrejas ou dedicadas velhas capelas preexistentes.
Assim, o primeiro surto, ocorrido em Lisboa no reinado de D. Sebastião, em 1568, atingiu o seu ponto máximo no Verão do ano seguinte; ante a elevada mortandade (que levou mesmo a que o rei pedisse ao tio Filipe II de Espanha que enviasse médicos para Portugal, para auxiliar no combate à doença), a população da capital começou a organizar procissões em honra da Virgem, para que por sua intercessão pudesse cessar a peste. Tendo a mortalidade decrescido até ao começo da Primavera seguinte, o povo agradecido passou a celebrar anualmente uma procissão em honra de Maria, sob a invocação de Nossa Senhora da Saúde, no 1.º Domingo de Maio (salvo raras excepções). A imagem protectora foi depositada na Igreja do Colégio de Jesus, tendo mais tarde sido transferida, em 1662, para a pequena Capela de Nossa Senhora da Saúde e de São Sebastião da Mouraria, na freguesia de Santa Justa, próxima ao Rossio. A sua procissão é amplamente concorrida todos os anos.
Um novo surto da doença, em 1599, tornou mais visível a devoção pela Senhora da Saúde. A pestilência era tão intensa que muitas pessoas fugiam da capital para os arredores, em busca de ares mais saudáveis. Foi nesse contexto que, por exemplo, nasceu a devoção à Senhora da Saúde na povoação de Montemor, em Loures, onde logo foi erguida uma capela à santa (Capela de Nossa Senhora da Saúde de Montemor).
Do mesmo modo, também nessa altura, em Sacavém, nos arredores da capital, foi encontrada uma imagem de Maria com o Menino nos braços que, invocada como Nossa Senhora da Saúde, se diz ter feito cessar a peste; a imagem foi depositada na Capela de Santo André aí existente, passando a ser todos os anos magnificamente cultuada com uma grandiosa procissão no primeiro fim-de-semana de Setembro.Em Vila Fresca de Azeitão (Concelho de Setúbal) também se venera Nossa Senhora da Saúde e se realiza uma Procissão integrada na Festa dedicada a Nossa Senhora da Saúde. Esta festa realiza-se anualmente no fim de semana mais próximo do dia 8 de Setembro e realiza-se desde 1723 na sequência de uma peste que ameaçou aquela região no Verão de 172
No sábado, às 21:00, realiza-se a procissão das velas de Nossa Senhora da Saúde, presidida pelo reitor do santuário mariano na Mouraria, Vítor Gonçalves. Esta procissão, em que é apenas transportada a imagem mais pequena da Senhora da Saúde, irá percorrer as diversas ruas do bairro lisboeta, segundo informação eclesiástica.
Também no sábado pelas 21:00, decorre a procissão das velas de Nossa Senhora de Fátima, a partir da capela no bairro do Alvito, seguindo pelas ruas da Indústria, Luís de Camões, Lusíadas, Leão de Oliveira, largo do Calvário, rua de Alcântara, e regressando à capela. A procissão é presidida pelo padre Miguel Pereira.
No domingo, realiza-se à tarde a tradicional procissão de Nossa Senhora da Saúde com a saída de S. Jorge montado num cavalo, do castelo até ao santuário de Nossa Senhora da Saúde na Mouraria. Neste caso, percorre-se, entre outros arruamentos, o largo Martim Moniz, a rua da Palma, a praça da Figueira e o Poço do Borratem.
Esta procissão foi instituída em 1570, ano que lisboa foi dizimada por um surto de peste, tendo os artilheiros de São Sebastião que ocupavam a então ermida da Mouraria feito um voto a Nossa Senhora para que terminasse a grande peste, o que veio a acontecer pouco tempo depois. Como agradecimento, instituíram a devoção e a procissão.A imagem usa habitualmente o vestido de casamento da rainha Mariana de Áustria, mulher do rei D. João V.A procissão foi interrompida até 1910 e retomada depois em 1940. Em 1974 voltou a ser interrompida, para se voltar a realizar em 1981.
domingo, 30 de abril de 2017
sexta-feira, 28 de abril de 2017
10 Dicas de Como Pescar Corvina Com a Isca, Maré e Material Certo
Foto de um peixe corvina do mar nadando
Uma das técnicas infalíveis na pesca da corvina, é saber o horário, a maré certa e principalmente utilizar o material correto na pesca. Por isso vamos ver logo abaixo em detalhes, dicas, métodos e técnicas para a pesca da corvina, passo a passo.
1 - ALIMENTAÇÃO: A corvina é um peixe que tem o hábito de se alimentar geralmente pela manhã e no final da tarde, mas também é recomendável pescá-la durante a noite, quando ela também pode ser encontrada ativamente em águas calmas, profundas e de pouca correnteza. Isto é um fato comprovado!.
2 - ISCAS: Preferencialmente utilize iscas vivas sardinha, lambari, sauna, piaba entre outras, colocando o anzol sempre na parte dorsal e sempre manuseando a com bastante cuidado e mantendo-a em local com abundante oxigenação. Assim ela dentro d´água estará sempre em movimento atraindo a corvina. Obs.: As iscas artificiais, em alto-mar, quando bem trabalhadas são mortais e proporcionam ótimos resultados em pescarias embarcadas, mas lembre-se, é preciso saber o tipo de isca específica, e para isso peça orientação ao vendedor na hora da compra, repassando dados como o local, horário e o tipo de maré que você vai pescar.
3 - CONSERVAÇÃO: Como as corvinas sempre nadam em cardumes, o recomendável é que você leve em sua pescaria bastante gelo em caixa térmica ou de isopor, ou bastante sal grosso para conservar assim seu pescado.
5 - ONDE ENCONTRÁ-LAS: Procure locais calmos, fundos, silenciosos e com pouca correnteza, pois este é o ambiente típico onde você vai encontra-las com certeza.
6 - VARA(Caniço) APROPRIADA: Use uma vara de tamanho médio e resistente. Exemplo: Vara de 2,40 a 3,30 metros, e preferencialmente de fibra de vidro. Tamanho menor para um melhor manuseio e material resistente para evitar a quebra.
7 - ANZOL: Use anzóis específicos, grandes e resistentes, utilizados na pesca de traíras e peixes vorazes, e aguarde sempre ela bicar primeiro, prá depois dar a fisgada com firmeza, pois a corvina sempre dá uma prévia e depois engole de vez o anzol. Por isso, espere o momento certo antes de dar o tranco.
8 - CHICOTE: Use chicote com tamanhos entre 40 e 60 centímetros, isso deixará a isca viva com espaço para nadar e atrair a corvina.
9 - EMPATE: Use o empate de aço!. A utilização do empate de aço é excêncial para assegurar a captura do peixe, pois podem aparecer qualquer outro tipo de peixe até maior e levar o seu material. diante disso, previna-se fazendo uso do empate de aço.
10 - PACIÊNCIA: Manter a calma em qualquer momento crítico é muito importante, portanto, sempre procure mater-se calmo desde a hora da fisgada até o recolhimento do peixe.
Obs.: Durante a briga com o peixe, o nosso organismo libera a adrenalina, que acelera os batimentos cardíacos e nos deixa tensos, ansiosos e afobados, mas isso é normal!. Por isso é importante manter a calma, trabalhar o peixe, liberando e recolhendo a linha, independente do tempo. Pois chega um momento em que o peixe assim como nós, chega ao limite e logo se entrega.
O grande segredo é saber administrar o peixe até que esse momento chegue e depois que ele boiar de lado é um sinal de que ele já perdeu todas as forças e ai é só recolhê-lo e logo o nosso organismo libera a substância endorfina, que nos dá uma sensação de prazer e satisfação.
Se este post lhe foi útil, deixe seu cometário, seja ele um elogio, sugestão ou crítica!.
subida da praia da ursa.wmv Carregado a 31/10/2010 O Miguel aos 6 anos acordou com uma vontade, fazer escalada (5 Out. 2010). Pela primeira vez foi fazer escalada sem ser em paredes artificiais, num dos locais mais emblemáticos da nossa costa (Cabo da Roca). Fez a descida e a subida dos cerca de 140m de altitude em cerca de 3 horas.
Hospital Real de Todos os Santos/Hospital de São José
Requerimento de renúncia
do cirurgião Salvador Cordeiro
anterior a Junho de 1625
História:
O Hospital Real de Todos os Santos, hoje designado por Hospital de São José, foi criado por D. João II, quando ainda príncipe herdeiro, tendo obtido autorização da Santa Sé, a 13 de Agosto de 1479, para reunir os rendimentos de diversos pequenos hospitais de Lisboa e seu termo, a fim de construir um "grande hospital" destinado à assistência de pobres e enfermos. O monarca recorreu ainda a doações pessoais e de particulares, a rendimentos de bens vinculados e de agremiações de oficiais mecânicos, entre outros. Ao longo dos tempos, outras fontes de rendimento foram concedidas ao hospital, nomeadamente as provenientes de licenças para representação de óperas e comédias, cujo direito lhe foi concedido por Carta Régia de 9 de Abril de 1603. Esta doação foi constituída em carta de padrão com salva, a 20 de Novembro de 1759, por 1.300$000 reis de esmola, pagos em quartéis pelos rendimentos da Casa da Moeda.
O lançamento da primeira pedra ocorreu em 15 de Maio de 1492, mas a construção só ficou concluída no reinado de D. Manuel. A sua edificação foi feita em terrenos da cerca do convento de São Domingos de Lisboa, os quais correspondem à actual Praça da Figueira. D. Manuel seguiu as instruções deixadas em testamento pelo seu antecessor, quer no que respeita à construção, quer à sua organização e, em 1504, deu-lhe regimento, no qual estabelecia o seu funcionamento, as categorias e o número de funcionários de cada uma delas: capelães, provedor, escrivão do provedor, vedor, físico, cirurgiões, almoxarife, escrivão do almoxarife, enfermeiros, enfermeiros pequenos, cozinheiro, porteiro e guarda portas, boticário, ajudantes de botica, enfermeira de mulheres, cristaleira, lavadeira, alfaiata, hospitaleiro, barbeiro e sangrador, pessoas extraordinárias, como empregados para servirem o provedor, atafoneiro, assadeira e forneira. O regimento estipulava ainda as obrigações e tarefas de cada um, bem como os seus vencimentos.
A instituição, que começou a funcionar ainda antes do edifício estar concluído, foi baptizada com o nome de Hospital Real de Todos os Santos. Em forma de cruz, com os quatro braços iguais, correspondendo o braço com o portal para o exterior à igreja e os outros três às enfermarias, duas de homens: a de São Vicente e a de São Cosme e uma de mulheres: a de Santa Clara. No centro da cruz ficava o altar-mor o que permitia que todos os doentes assistissem aos ofícios divinos. Por trás das camas havia portas para retirar os mortos sem que os outros doentes se apercebessem. Havia também junto a cada cama armários para os doentes guardarem os seus objectos pessoais. O edifício tinha várias dependências anexas que serviam de apoio às enfermarias: botica, cozinha, despensa, lavandaria, serviços administrativos e instalações para os funcionários. D. João III mandou reparar algumas dependências e erguer outras, como uma casa para doentes mentais e uma enfermaria para convalescentes, dando ao mesmo tempo várias esmolas em dinheiro, drogas, cera, açúcar, roupas e outras. O edifício sofreu alguns danos com um incêndio que ocorreu em 1601 e ficou parcialmente destruído devido a outro, este em 1750, que atingiu-a igreja e várias dependências, pelo que D. José ordenou a compra de várias propriedades destinadas à sua reconstrução. Com o terramoto de 1 de Novembro de 1755 o edifício ficou completamente arruinado. Foram erguidos hospitais provisórios em São Bento e na casa dos Almadas e depois no Rossio e às Portas de Santo Antão, enquanto se faziam as adaptações necessárias no Colégio de Santo Antão, que pertencera aos Jesuítas. Vinte anos depois, procedeu-se à transferência dos doentes e serviços para as novas instalações. Sob a orientação do então enfermeiro-mor, D. Jorge Francisco de Mendonça Furtado, os habitantes de Lisboa, incluindo a nobreza da corte e as comunidades religiosas, ajudaram a transportar as macas com os doentes e feridos, para as suas novas instalações. O Hospital passou a chamar-se Real de São José em homenagem ao monarca, mantendo-se a estrutura orgânica e funcional que tinha antes do terramoto.
No século XIX, a necessidade de expansão motivada pelas epidemias, o aparecimento de novas doenças e o avanço da Medicina levaram à anexação de vários edifícios, alguns deles monásticos, vagos devido à extinção das ordens religiosas, passando a instituição a chamar-se Hospital Real de São José e Anexos (São Lázaro, Desterro, D. Amélia, D. Estefânia, Hospital de Todos os Santos /Hospital de São José e Anexos
Arroios, Santa Marta, Rilhafoles e Rego). Os relatórios apresentados ao rei pelos enfermeiros-mores, nomeadamente quando tomavam posse do lugar, testemunham as dificuldades com que a assistência se debatia. Nessa época surgiram vários regulamentos e portarias para tentar a melhoria dos serviços. Em 1889, o Ministério do Reino mandou proceder a obras de adaptação e melhoramento do edifício, processo que terminou em 1898.
Em 1901 o funcionamento da instituição foi completamente remodelado pelo enfermeiro-mor José Curry da Câmara Cabral (1900-1910) que elaborou um "Regulamento Geral do Hospital de São José e Anexos" e que manteve a sua administração na dependência directa do Ministério do Reino, não tendo, assim, ficado subordinado à Direcção Geral de Saúde e Beneficência Pública. Com a República manteve-se a estrutura montada por Curry Cabral, deixando, no entanto, de chamar-se Real. Pelo Decreto de 9 de Setembro de 1913 a designação passou a ser a de Hospitais Civis de Lisboa, aos quais foi concedida autonomia nos serviços de assistência médica, administração e contabilidade. O nome de Hospitais Civis de Lisboa manteve-se até 1958, data da criação do Ministério da Saúde e Assistência, onde foram integrados, tendo, então, ficado limitada a sua autonomia. Esta viria a desaparecer completamente em 1961, com a criação da Direcção Geral dos Hospitais Civis.
A organização do Hospital sofreu diversas alterações. O último regulamento data de 1993. A portaria do Ministério da Saúde n.º 11/93, de 6 de Janeiro, reconheceu que o surgimento de novas especialidades e subespecialidades e das progressivas exigências qualitativas de quem recorre aos hospitais, obrigava a uma maior complexidade e diferenciação na organização hospitalar. A portaria refere também a importância de regulamentos internos. O regulamento interno do Hospital de São José, assinado em 20 de Novembro de--1.992, define os seus objectivos, funções e valências e estrutura os serviços de assistência: departamentos, serviços e áreas funcionais. Posteriormente a este diploma outros foram publicados sobre diversos assuntos respeitantes aos serviços hospitalares, mas que não alteraram o referido regulamento interno.
Descrição:
O fundo contém informações para a história, evolução e administração do Hospital e seu relacionamento com a Misericórdia de Lisboa, assim como para a da Escola de Enfermagem e dos hospitais anexos de São Lázaro, D. Estefânia, Santa Marta, Rilhafoles e Rego. Neste conjunto documental encontram-se o regimento, regulamentos, ordens, portarias, avisos e decretos sobre o modo de funcionamento dos diversos serviços (enfermarias, botica, despensa, economato), sobre as tarefas e obrigações dos funcionários, a admissão de doentes, a administração dos rendimentos (propriedades rústicas e urbanas, tenças, padrões, jóias, testamentarias, resíduos de heranças). Inclui, ainda, diplomas de concessão de mercês e privilégios, régios e papais, relatórios, estatísticas e informações sobre doenças.
Com a documentação de arquivo foram incorporadas algumas revistas médicas e monografias, na sua maioria respeitantes a doenças e à evolução da Medicina, à história do Hospital Real de Todos os Santos e a médicos .que de algum modo se destacaram na sua profissão.
Requerimento de renúncia
do cirurgião Salvador Cordeiro
anterior a Junho de 1625
História:
O Hospital Real de Todos os Santos, hoje designado por Hospital de São José, foi criado por D. João II, quando ainda príncipe herdeiro, tendo obtido autorização da Santa Sé, a 13 de Agosto de 1479, para reunir os rendimentos de diversos pequenos hospitais de Lisboa e seu termo, a fim de construir um "grande hospital" destinado à assistência de pobres e enfermos. O monarca recorreu ainda a doações pessoais e de particulares, a rendimentos de bens vinculados e de agremiações de oficiais mecânicos, entre outros. Ao longo dos tempos, outras fontes de rendimento foram concedidas ao hospital, nomeadamente as provenientes de licenças para representação de óperas e comédias, cujo direito lhe foi concedido por Carta Régia de 9 de Abril de 1603. Esta doação foi constituída em carta de padrão com salva, a 20 de Novembro de 1759, por 1.300$000 reis de esmola, pagos em quartéis pelos rendimentos da Casa da Moeda.
O lançamento da primeira pedra ocorreu em 15 de Maio de 1492, mas a construção só ficou concluída no reinado de D. Manuel. A sua edificação foi feita em terrenos da cerca do convento de São Domingos de Lisboa, os quais correspondem à actual Praça da Figueira. D. Manuel seguiu as instruções deixadas em testamento pelo seu antecessor, quer no que respeita à construção, quer à sua organização e, em 1504, deu-lhe regimento, no qual estabelecia o seu funcionamento, as categorias e o número de funcionários de cada uma delas: capelães, provedor, escrivão do provedor, vedor, físico, cirurgiões, almoxarife, escrivão do almoxarife, enfermeiros, enfermeiros pequenos, cozinheiro, porteiro e guarda portas, boticário, ajudantes de botica, enfermeira de mulheres, cristaleira, lavadeira, alfaiata, hospitaleiro, barbeiro e sangrador, pessoas extraordinárias, como empregados para servirem o provedor, atafoneiro, assadeira e forneira. O regimento estipulava ainda as obrigações e tarefas de cada um, bem como os seus vencimentos.
A instituição, que começou a funcionar ainda antes do edifício estar concluído, foi baptizada com o nome de Hospital Real de Todos os Santos. Em forma de cruz, com os quatro braços iguais, correspondendo o braço com o portal para o exterior à igreja e os outros três às enfermarias, duas de homens: a de São Vicente e a de São Cosme e uma de mulheres: a de Santa Clara. No centro da cruz ficava o altar-mor o que permitia que todos os doentes assistissem aos ofícios divinos. Por trás das camas havia portas para retirar os mortos sem que os outros doentes se apercebessem. Havia também junto a cada cama armários para os doentes guardarem os seus objectos pessoais. O edifício tinha várias dependências anexas que serviam de apoio às enfermarias: botica, cozinha, despensa, lavandaria, serviços administrativos e instalações para os funcionários. D. João III mandou reparar algumas dependências e erguer outras, como uma casa para doentes mentais e uma enfermaria para convalescentes, dando ao mesmo tempo várias esmolas em dinheiro, drogas, cera, açúcar, roupas e outras. O edifício sofreu alguns danos com um incêndio que ocorreu em 1601 e ficou parcialmente destruído devido a outro, este em 1750, que atingiu-a igreja e várias dependências, pelo que D. José ordenou a compra de várias propriedades destinadas à sua reconstrução. Com o terramoto de 1 de Novembro de 1755 o edifício ficou completamente arruinado. Foram erguidos hospitais provisórios em São Bento e na casa dos Almadas e depois no Rossio e às Portas de Santo Antão, enquanto se faziam as adaptações necessárias no Colégio de Santo Antão, que pertencera aos Jesuítas. Vinte anos depois, procedeu-se à transferência dos doentes e serviços para as novas instalações. Sob a orientação do então enfermeiro-mor, D. Jorge Francisco de Mendonça Furtado, os habitantes de Lisboa, incluindo a nobreza da corte e as comunidades religiosas, ajudaram a transportar as macas com os doentes e feridos, para as suas novas instalações. O Hospital passou a chamar-se Real de São José em homenagem ao monarca, mantendo-se a estrutura orgânica e funcional que tinha antes do terramoto.
No século XIX, a necessidade de expansão motivada pelas epidemias, o aparecimento de novas doenças e o avanço da Medicina levaram à anexação de vários edifícios, alguns deles monásticos, vagos devido à extinção das ordens religiosas, passando a instituição a chamar-se Hospital Real de São José e Anexos (São Lázaro, Desterro, D. Amélia, D. Estefânia, Hospital de Todos os Santos /Hospital de São José e Anexos
Arroios, Santa Marta, Rilhafoles e Rego). Os relatórios apresentados ao rei pelos enfermeiros-mores, nomeadamente quando tomavam posse do lugar, testemunham as dificuldades com que a assistência se debatia. Nessa época surgiram vários regulamentos e portarias para tentar a melhoria dos serviços. Em 1889, o Ministério do Reino mandou proceder a obras de adaptação e melhoramento do edifício, processo que terminou em 1898.
Em 1901 o funcionamento da instituição foi completamente remodelado pelo enfermeiro-mor José Curry da Câmara Cabral (1900-1910) que elaborou um "Regulamento Geral do Hospital de São José e Anexos" e que manteve a sua administração na dependência directa do Ministério do Reino, não tendo, assim, ficado subordinado à Direcção Geral de Saúde e Beneficência Pública. Com a República manteve-se a estrutura montada por Curry Cabral, deixando, no entanto, de chamar-se Real. Pelo Decreto de 9 de Setembro de 1913 a designação passou a ser a de Hospitais Civis de Lisboa, aos quais foi concedida autonomia nos serviços de assistência médica, administração e contabilidade. O nome de Hospitais Civis de Lisboa manteve-se até 1958, data da criação do Ministério da Saúde e Assistência, onde foram integrados, tendo, então, ficado limitada a sua autonomia. Esta viria a desaparecer completamente em 1961, com a criação da Direcção Geral dos Hospitais Civis.
A organização do Hospital sofreu diversas alterações. O último regulamento data de 1993. A portaria do Ministério da Saúde n.º 11/93, de 6 de Janeiro, reconheceu que o surgimento de novas especialidades e subespecialidades e das progressivas exigências qualitativas de quem recorre aos hospitais, obrigava a uma maior complexidade e diferenciação na organização hospitalar. A portaria refere também a importância de regulamentos internos. O regulamento interno do Hospital de São José, assinado em 20 de Novembro de--1.992, define os seus objectivos, funções e valências e estrutura os serviços de assistência: departamentos, serviços e áreas funcionais. Posteriormente a este diploma outros foram publicados sobre diversos assuntos respeitantes aos serviços hospitalares, mas que não alteraram o referido regulamento interno.
Descrição:
O fundo contém informações para a história, evolução e administração do Hospital e seu relacionamento com a Misericórdia de Lisboa, assim como para a da Escola de Enfermagem e dos hospitais anexos de São Lázaro, D. Estefânia, Santa Marta, Rilhafoles e Rego. Neste conjunto documental encontram-se o regimento, regulamentos, ordens, portarias, avisos e decretos sobre o modo de funcionamento dos diversos serviços (enfermarias, botica, despensa, economato), sobre as tarefas e obrigações dos funcionários, a admissão de doentes, a administração dos rendimentos (propriedades rústicas e urbanas, tenças, padrões, jóias, testamentarias, resíduos de heranças). Inclui, ainda, diplomas de concessão de mercês e privilégios, régios e papais, relatórios, estatísticas e informações sobre doenças.
Com a documentação de arquivo foram incorporadas algumas revistas médicas e monografias, na sua maioria respeitantes a doenças e à evolução da Medicina, à história do Hospital Real de Todos os Santos e a médicos .que de algum modo se destacaram na sua profissão.
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Cartas ao Pai Natal
Todos os anos milhares e milhares de tansos escrevem a sua a cartinha ao Pai Natal na esperança que os seus mais recônditos desejos se realizem. Aliás, a história das cartas e do Pai Natal existir leva-nos a algumas questões: Se existe há quanto tempo? Qual o seu código postal? Recebe cartas coma viso de recepção? A sua barba é postiça ou não? A sua profissão será bem remunerada? Que profissão surgiu primeiro a de Pai Natal ou de Prostituta (que como sabem é conhecida como a mais antiga do mundo)?
Mas voltamos ao tema do Post. Por alturas das festas natalícias lembrámo-nos sempre de todos aqueles que não têm lares, que vivem à mercê da bondade de terceiros, amargurados por se verem privados de um lar e por serem "comidos pela sociedade". Por isso resolvemos dar voz a esses seres, e apresentamos-lhes em primeira mão duas cartas ao Pai Natal: a do bacalhau e do perú!
A carta do bacalhau:
Querido Pai Natal,
- A minha família por tradição nunca chega ao Natal, sendo sempre comida nas brasas de uma qualquer tasca. Pedia-te para que este ano chegue pelo menos à noite de consoada...
- Podias interceder junto das instâncias competentes para que não deixem mais a Simara ir lavar-se ao mar. É que já estamos fartos de ficar com "cheiro a bacalhau"!
- Diz ao Perú para para ir levar no cú!
A carta do perú:
Caro Pai Natal,
- A família está toda em desgraça. Estamos fartos que nos embebedem com vinho rasca para depois nos cortarem a goela. Este ano que nos metam pela goela abaixo um James Martin´s 30 anos!
- Avisa o bacalhau que acabe com as rimas fáceis ao meu nome senão vamos ter problemas!
- Este ano gostava que não me enfiassem pinhões e uvas passas pelo ânus. Além de ser extremamente penoso, é um bocado abichanado! Na família houve até um caso de um primo meu que gostou e depois não queria outra coisa...
Versão Russa do I Canto d´Os Lusíadas
I CANTVS
Оружие и рыцарей отважных,
Что, рассекая волны океана,
Отринув жизни суетной соблазны,
Проплыли морем дальше Тапробаны.
Цвет нации великой и бесстрашной,
Что средь племен неведомых и странных
Могучую державу основала
И тем себе бессмертие снискала,
И королей, достойных вечной славы,
Сражавшихся за истинную веру,
Отстаивавших честь родной державы,
Расширивших империи пределы,
Героями считавшихся по праву,
Явивших миру мужества примеры,
Я воспою, коль хватит мне уменья
И музы мне дадут благословенье.
Забудет мир великие деянья
Ахейцев и героев Илиона,
Забудет Александра и Траяна,
Забудет поступь римских легионов,
Когда начну о Гаме я сказанье,
Родное племя славя неуклонно.
Померкнут песнопенья древней музы
Пред подвигом святым дружины Луза.
О нимфы Тежу, нимфы древних вод,
Мой робкий глас на подвиг укрепите,
Чтоб я воспел любимый мной народ,
Меня водою Тежу напоите.
Пусть Феб к мольбам горячим снизойдет,
И вы его, о девы, упросите,
Чтоб он благословил мой труд смиренный
И сделал Тежу новой Иппокреной.
Obrigado, amanha teremos 2 Poemas, em croata, da "Mensagem" de Fernando Pessoa.
O Armagedon está perto!
Estou estupefacto, atónito, pasmo e surpreendido!
Amigos, companheiros e palhaços, a verdade é que hoje todas as barreiras do masoquismo foram quebradas, todos os porcos já andam de bicicleta e até já os cegos comem gelados sem sujar o nariz. Hoje vi algo que nunca pensei ser possível ver e que só pode ser entendido como um sinal de que afinal o Armagedon está próximo!
O que se passou foi que hoje vi um carro de uma escola de condução, em que a instrutora era uma mulher! Como é possível??? Ainda pensei que fosse um carro tipo inglês, em que o condutor ia no lado direito do veículo, mas não! Eram duas mulheres na frente do carro e uma dava instruções!
Isto é um perigo maior que a própria bomba atómica! Isto é o mesmo que Bin Laden dar conferências sobre paz, um muçulmano ir comer um Leitão à Bairrada, ou mesmo de um judeu afirmar que o seu ídolo é o Hitler!
Definitivamente o mundo está perdido...
Poesia da boa (e da moderna)
Senhor, como faz falta a Internet.
Como faço para bater uma à pala da Lisete.
Que tem a página na net
Por uns meros 2 Renminbi's do Tibete!
Senhor, como fazem falta aquelas letras no ecrân,
As gajas a sacar do sutiã,
E eu a pensar nelas no Poliban,
E a espancar o Macaquinho como se ele fosse um Talibã!
Senhor, como fazem falta as imagens coloridas,
Com aquelas jovens todas despidas,
E eu com as mão todas fod.. prejudicadas
Daquelas ca...stanhas bem batidas.
P.S. Vejam como foi poesia da boa (tinha gajas e isso é bom) e da moderna (tinha internet que é uma coisa que é moderna)
Sermão às Pombinhas
E diz esta parábola : Uma certa Pombinha tinha uma gruta escondida na sua montanha, onde foi procurar nela fruto , não o achando.
Disse então ao escavador : Eis que há três anos venho procurar fruto nesta gruta e não acho nada. Mais vale desistir e tapá-la de vez. Porque ocupa ela ainda a terra inutilmente?
E , respondendo ele , disse-lhe : Pombinha , deixe-a este ano , até que eu a escave e a esterque, se der fruto ficará, se não mandarás tapa-la.
Reflexão: A parábola da Pombinha refere-se aos π², ou seja o PiPi.
Em sua verdade aplica-se a todas as pessoas que professam crer na virgindade, mas que de facto não a praticam. Pois, tal como com um pau não faz uma canoa, também uma gruta não faz uma montanha. Mas há sempre exploradores que descobrem mais uma entrada!
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